Derecho y cambio social.
Tratamento clínico versus cirúrgico no manejo da hipertensão portal: Uma revisão sobre indicações, benefícios e limitações terapêuticas
By João Vitor Ferraz Gomes, Mauro Vital Rodrigues, Pâmella dos Santos Franco and 9 others.
Abstract
A hipertensão portal associada à cirrose produz complicações que demandam prevenção, controle hemostático e, em casos selecionados, descompressão vascular ou transplante. A escolha entre medidas clínicas, procedimentos endovasculares e cirurgia depende da fase da doença, da função hepática e do evento tratado. Objetivou-se comparar indicações, benefícios, limitações e desfechos dessas modalidades em adultos com cirrose. Realizou-se revisão integrativa qualitativa e comparativa de publicações de 2015 a 2025 identificadas em busca direcionada no PubMed/MEDLINE e nos sítios dos periódicos e sociedades científicas, concluída em 23 de setembro de 2026. A síntese reuniu consensos, diretrizes, ensaios e revisões com procedência verificável, examinando prevenção da descompensação, sangramento varicoso, ascite, ressangramento, sobrevida e eventos adversos. Betabloqueadores e endoscopia compõem a prevenção e o tratamento inicial em situações definidas. A derivação portossistêmica intra-hepática transjugular oferece descompressão endovascular em pacientes selecionados com hemorragia de alto risco ou ascite recorrente, ao custo de risco de encefalopatia e descompensação. Derivações cirúrgicas e desvascularização têm indicação mais restrita e evidência comparativa contemporânea limitada; o transplante trata a doença hepática avançada subjacente. Concluiu-se que não existe superioridade universal entre modalidades: a decisão exige estratificação de risco, anatomia, disponibilidade técnica e avaliação para transplante.



